segunda-feira, 5 de agosto de 2019

sábado, 3 de agosto de 2019

Conheça a evolução e o estágio atual de IA e ML

O especialista da Fico, Daniel Arraes, explica as diferenças e similaridades entre Inteligência Artificial, Machine Learning e outras tecnologias


Daniel Arraes, business developer da Fico, empresa de análises preditivas e ciência de dados, voltadas para auxiliar as decisões operacionais de organizações conversou com Infor Channel sobre machine learning e inteligência artificial. Na nossa ‘Entrevista do Ponto’, ele aborda o estado da arte dessas tecnologias, os melhores mercados para sua adoção e muito mais. Confira.
O que diferencia inteligência artificial de aprendizado de máquina?É importante pontuar. Inteligência artificial (IA) é o sistema que consegue aprender por conta própria, por meio de experiências, e fazer as suas referências sobre o futuro. Com essa definição o que a gente hoje observa por aí são soluções bastante primárias. Já machine learning (ML) é simplesmente fazer com que a máquina aprenda um determinado processo e responda de uma forma mais elaborada, mas sem uma experiência anterior, sem interagir com o mundo e o contexto no qual está inserido. Como o humano, que nasce e o cérebro vai aprendendo com as experiências, de certa forma, a gente usa o mesmo tipo de paradigma: fazer com que a máquina consiga, por meio de aprendizado – às vezes supervisionado, outras por conta própria -, aprender com essas experiências. Mas é algo bastante rudimentar, apesar das pessoas se espantarem com as soluções de hoje, como um assistente pessoal, seja da Apple ou seja da Amazon, falando de um carro autônomo.

Quando se dará um avanço significativo?
A previsão dos cientistas para essa área é que haverá muito mais progresso em dez anos do que a gente já viu até agora. Então, essa conversa daqui a uma década será bem diferente. A Siri, assistente da Apple, apesar de impressionar e interagir com as pessoas usa processos de machine learning. Agora, para inteligência artificial, um bom exemplo é o filme de 1969, “2001 uma odisseia no espaço”: um computador começa a aprender sozinho, e passa a tomar conta de toda uma nave espacial. Isso de fato é IA. Ele tomou decisões de forma autônoma, sem ter um humano dizendo o que fazer. Nos outros exemplos que citei, tem um humano dizendo: olha Netflix, aprenda isso! ou, à Siri: aprenda aquilo, mas é supervisionado por um algoritmo, um humano que desenvolveu o aprendizado da máquina.
SAIBA MAIS: 

https://inforchannel.com.br/2019/01/24/saiba-o-estagio-de-ia-e-ml-e-suas-convergencias-com-redes-neurais-bi-e-internet-das-coisas/

domingo, 2 de dezembro de 2018

Cientistas criam primeiros embriões humanos geneticamente modificados (Painel do Coronel Paim)


https://veja.abril.com.br/ciencia/cientistas-criam-primeiros-embrioes-humanos-geneticamente-modificados/

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Cientistas lançam projeto para mapear todas as células humanas


Mapa deve demorar pelo menos uma década para ficar pronto.
Corpo humano é composto por trilhões de células.

Kate KellandDa Reuters
Células renais em imagem de microscópio (Foto: Alex Ritter, Jennifer Lippincott Schwartz and Gillian Griffiths/National Institutes of Health)Células renais em imagem de microscópio (Foto: Alex Ritter, Jennifer Lippincott Schwartz and Gillian Griffiths/National Institutes of Health)
Cientistas lançaram uma iniciativa global nesta sexta-feira (14) para mapear e descrever cada célula do corpo humano em um grande atlas, que poderia transformar a compreensão dos pesquisadores sobre o desenvolvimento e as doenças dos humanos.
O atlas, que provavelmente exigirá mais de uma década para ser finalizado, pretende traçar os tipos e as propriedades de todas as células humanas em todos os tecidos e órgãos e montar um mapa de referência sobre o corpo humano saudável, disseram os cientistas.
As células são fundamentais para entender a biologia de toda saúde e doença, mas os cientistas ainda não conseguem dizer quantas temos, quantos tipos diferentes existem ou como diferem de um órgão para o outro, explicou um líder do projeto.
"A iniciativa do atlas das células humanas é o início de uma nova era de entendimento celular", disse Sarah Teichmann, diretora de genética celular do Instituto Sanger, localizado no Reino Unido.
"Vamos descobrir novos tipos de célula, saber como as células mudam ao longo do tempo durante o desenvolvimento e doenças e adquirir uma compreensão melhor da biologia", disse.
Atualmente o projeto é liderado pelo Instituto Broad do Instituto de Tecnologia de Massachusetts(MIT, na sigla em inglês) e por Harvard, nos Estados Unidos, e pelo Instituto Sanger e o Wellcome Trust, no Reino Unido. A ideia é que equipes de pesquisa e financiadores de todo mundo colaborem entre si.
Ao criar o atlas – essencialmente um imenso banco de dados de detalhes celulares – disponível gratuitamente para colegas de todo o mundo, os cientistas esperam transformar a pesquisa sobre o desenvolvimento humano e a progressão de doenças como asma, Alzheimer e câncer.
O corpo humano é composto de trilhões de células – as unidades fundamentais da vida –, que se dividem, crescem e adquirem funções distintas no embrião, eventualmente levando a tipos diferentes de células, como células da pele, neurônios ou células de gordura.
Até recentemente, o conhecimento científico das células se limitava ao que pode ser descoberto estudando-as em microscópios ou analisando geneticamente aglomerados de centenas ou milhares de células e entendendo suas propriedades médias.
Mas os avanços tecnológicos em um campo conhecido como genômica de célula unitária agora permitem aos pesquisadores separar células individuais de diferentes tecidos e órgãos, analisar suas propriedades e medir e descrever que moléculas são produzidas em cada uma delas.

Postado por Carlos PAIM