quinta-feira, 12 de abril de 2012


Hospital de SP recebe autorização para usar primeiro coração artificial totalmente

desenvolvido no Brasil

Dispositivo ajuda a melhorar a saúde de pacientes que aguardam por
transplante
Do R7
coracao artificial dante pazzanese 450x280Divulgação


















O hospital estadual Dante Pazzanese, em São Paulo, acaba de receber autorização para usar em pacientes o primeiro coração artificial totalmente desenvolvido no Brasil, segundo a Secretaria de Estado da Saúde.

As primeiras cirurgias serão feitas em cinco pacientes que vão receber o dispositivo acoplado ao órgão natural. O dispositivo é indicado para doentes que não respondem ao uso de medicamentos e ao controle adequado dos líquidos circulantes do organismo.

O objetivo é melhorar a saúde do doente que está na fila de transplante à espera de um doador compatível, de acordo com Jarbas Dinkhuysen, chefe do setor de transplantes do Dante Pazzanese e investigador principal desta fase do projeto.

Após a cirurgia, os pacientes permanecem internados na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) durante as duas primeiras semanas de pós-operatório, com posterior transferência para Unidade Semi-Intensiva até que continue com o dispositivo implantado.

A assistência do coração artificial se dará pelo prazo mínimo de 30 dias, pois somente a partir deste período é que se inicia a possibilidade de o coração natural apresentar sinais de melhoras e aumentar a sobrevida do paciente.

O coração artificial não pode ser usado em pacientes com mais de 65 anos de idade ou com peso menor que 40 kg, com episódio de embolia pulmonar no último mês, entubação prolongada (superior a 48 horas), relato de reanimação cardiopulmonar nas últimas 24 horas, sequela neurológica aguda, insuficiência renal aguda ou crônica, com nível de creatinina maior que 2,5 mg/dl e ou de uréia superior a 100 mg/dl, disfunção hepática com bilirrubinas totais maiores que 3 mg/dl e quadro infeccioso ativo ou distúrbios hemorrágicos.

Você sabe que males da saúde os alimentos ajudam a combater?



1 – Comer brócolis ajuda a prevenir que problema de saúde?


sexta-feira, 6 de abril de 2012


Princípio da Enfermagem Sistêmica, da Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem, de Rosalda Paim

(Do livro "Teoria Sistêmico-Ecológica - Uma Visão Holística da Enfermagem" - 2a. Edição - CEL Informática - Editoração - Ano 2000)  
                                    
                               Princípio da Enfermagem Sistêmica
                 
                    A Teoria dos Sistemas Gerais, cuja postulação é a existência de um Universo inter relacionado, constituído pela organização sistêmica dos seres brutos (sistema físico), dos seres vivos (sistema biológico), dos instrumentos (sistema tecnológico) e, das associações humanas (sistema social), corresponde ao alicerce fundamental da Enfermagem Sistêmica.

      Corolário

     - Sistema de Enfermagem – Neste Universo interrelacionado, em que a sociedade, dia a dia, se torna mais estruturada como sistema, o Setor de Enfermagem deve ser designado e estudado sob a formasistêmica (como subsistema do setor de Saúde e sub-subsistema do setor Social).
     A enfermagem constitui um subsistema do sistema industrial terciário (prestação de serviços), cujo produto final é o cuidado de enfermagem.
     O subsistema de enfermagem representa o principal elo entre o homem (família, comunidade, sociedade) e o sistema de saúde.
     O "telos" do sistema de enfermagem coincide com o do paciente (cliente) e com o do sistema de saúde, ou seja, "permitir que os indivíduos de uma sociedade mantenham, durante o maior tempo possível, o mais alto nível de saúde e felicidade, permissível pelo seu potencial genético e condições ambientais".
      Para atingir seu "telos", a enfermagem exerce as ações de enfermagem, que consistem  na transferência de negentropia do enfermeiro para o cliente e/ou ambiente ou .para um e/ou  outro, com o objetivo de diminuir ou eliminar suas condições entrópicas.
     Sistema de enfermagem é o agregado dos serviços de enfermagem integrantes de todas as instituições que prestam serviços e distribuem bens de saúde, na área considerada.
      Entre os aparelhos prestadores de assistência (cuidados) de enfermagem podemos citar os Departamentos, Divisões, Serviços ou Seções de enfermagem dos Ministérios, Secretarias Estaduais ou Municipais de Saúde, Hospitais, Centros ou Postos de Saúde, que constituem subsistemas do sistema de saúde.


Todos os direitos reservados aos autores
                                  copyright Ó by Rosalda C.N. Paim

sábado, 24 de março de 2012


Calvície – Tratamento pode reverter queda de cabelo, diz pesquisa


Um estudo realizado pela Universidadeda Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriu uma pista biológica para acalvície  que poderia se transformar em um tratamento que interromperia ou até mesmo faria a reversão do afinamento dos cabelos.
Durante uma análise com homens calvos e ratos de laboratório, os pesquisadoresacabaram descobrindo uma proteína que leva à perda dos cabelos. Os cientistas apontaram que as drogas que seguem esse caminho já estão sendo produzidas.
O estudo em questão teve a sua publicação na revista Science Translational Medicine. A pesquisa poderia resultar na produção de um creme para o tratamento de calvície.
Grande parte dos homens começam as perder os cabelos na meia-idade. A estimativa aponta que até os 70 anos de idade, 80% dos homens sofrem algum tipo de queda de cabelo.
Fatores genéticos, assim como o hormônio sexual masculino testosterona, tem um papel determinante neste processo. Ambos provocam a redução dos folículos capilares, até o momento em que eles se tornem tão pequenos que parecem invisíveis.
O estudo da Universidade da Pensilvânia analisou quais são os genes ativados quando os homens começam a ter a queda de cabelo. Os pesquisadores fizeram a verificação dos níveis de uma proteína-chave com o nome de prostaglandina D sintetase, os quais são elevados nas células dos folículos capilares situados nas áreas calvas do couro cabeludo.
Os testes feitos em camundongos criados para possuírem altos níveis da proteína ficaram totalmente calvos. Cabelos humanos que foram transplantados também pararam o crescimento quando receberam a proteína.
O crescimento dos cabelos teria a sua inibição quando a proteína se liga em um receptor nas células dos folículos capilares. O coordenador do estudo, o dermatologista George Cotsarellis, faz prognósticos sobre a pesquisa:
“O próximo passo será procurar compostos que afetam esse receptor e também descobrir se bloquear esse receptor poderia reverter a calvície ou somente preveni-la. Esta é uma questão que poderá levar um tempo para ser respondida”.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Células-tronco geram neurônios perdidos por Alzheimer


Redação do Diário da Saúde

Implante de neurônios

Cientistas conseguiram pela primeira vez transformar uma célula-tronco embrionária humana em um tipo de neurônio que morre logo no início da doença de Alzheimer.
A morte desse neurônio específico é uma das principais causas da perda de memória associada à doença.
Embora ainda nos primeiros passos da pesquisa, a expectativa dos cientistas é transformar essa descoberta em uma forma de transplantar os novos neurônios para o cérebro das pessoas com Alzheimer.
De início, um suprimento em larga escala desses neurônios humanos permitirá o teste mais rápido de novos fármacos para o tratamento desse e de outros distúrbios neurológicos.

Neurônios leitores da memória

Esses neurônios críticos, chamados neurônios colinérgicos do prosencéfalo basal, ajudam o hipocampo a recuperar as memórias.
No início da progressão do Mal de Alzheimer, os pacientes perdem a capacidade de recuperar as memórias, mas não as memórias propriamente ditas.
Há uma população relativamente pequena desses neurônios no cérebro, e sua perda tem um efeito rápido e devastador sobre a capacidade de lembrar.
Agora que aprenderam como produzir as células, os cientistas poderão estudá-las em uma cultura de tecidos e descobrir uma forma de impedir que morram.
"Esta técnica de produzir os neurônios permite o cultivo em laboratório de um número quase infinito dessas células, permitindo que os cientistas estudem porque essa população de células específica morre na doença de Alzheimer," afirmou Christopher Bissonnette, da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos.

A disponibilidade dos neurônios também significa que os pesquisadores poderão testar rapidamente milhares de drogas diferentes para ver qual delas pode manter as células vivas. Esta técnica é chamada de teste rápido de rastreio de alto rendimento.

Da pele ao neurônio

Os neurônios recém-produzidos funcionaram exatamente como os originais depois de serem transplantados para o hipocampo de camundongos.
Os neurônios produziram axônios, ou fibras de conexão para o hipocampo, e liberaram acetilcolina, uma substância química necessária para o hipocampo recuperar as memórias de outras partes do cérebro.

O grupo também descobriu uma outra forma de fazer os neurônios. Eles criaram células-tronco embrionárias humanas, chamadas células-tronco pluripotentes induzidas, a partir de células da pele humana e, em seguida, transformaram-nas em neurônios

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Comer pouco aciona enzima da longevidade

restrição da ingestão de calorias já foi associada 
de várias maneiras com a longevidade em diversas
espécies
Um estudo  recente feito pelo Centro Médico da Universidade 
de Stanford, nos Estados Unidos, identificou o mecanismo
que libera esse procedimento. De acordo com o estudo, a
redução no número de nutrientes faz com que a enzima
quinase ativada em AMP (AMPK) ajude a concluir o]
procedimento de divisão da célula.
Especialistas descobriram que a AMPK é hábil para identificar quando o número de nutrientes no organismo é insuficiente. Nessa situação, ela começa um processo que estabiliza a divisão das células normais, cancerígenas e das células-tronco, impedindo que as transformações no material  genético celular sucedam durante o processo e liberem problemas como o câncer.
“Geralmente a ação das enzimas é muito específica, e a AMPK é ativada somente quando há falta de nutrientes, distribuindo nas células a energia necessária para a reprodução”, afirma o geriatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Fernando Bignardi.
Apesar de outras análises já terem comprovado a importância dessa enzima na relação entre comer pouco e longevidade, essa atuação específica ainda não era conhecida. A AMPK é hábil para  espalhar o fosfato, fundamental para as células apresentarem energia, durante a divisão da célula em ambientes desprovidos de nutrientes. É uma opção que proporciona proteção para o organismo em situações como essas.
“Mas isso não quer dizer que as pessoas devam fazer jejum para que a enzima seja ativada e a célula seja protegida, já que, com quantidades suficientes de nutrientes, a divisão celular simplesmente não precisa da ação da AMPK para concluir a mitose”, diz Bignardi.
Na pesquisa realizada com células humanas, os especialistas utilizaram um procedimento capaz de identificar e acompanhar quais proteínas são transformadas pela atuação da enzima. Eles descobriram 32 proteínas, sendo que 28 eram até então ignoradas. “É a primeira vez que o método de triagem tem sido aplicado à enzima AMPK em células vivas humanas”, diz Anne Brunet, coordenadora do estudo e professora de genética da Universidade de Stanford.
“Diante da privação de nutrientes, a enzio bma é importante para a célula completar a mitose com segurança e evitar instabilidade genômica”. Segundo a especialista, a descoberta pode ter efeitos para todos os tipo de células em divisão.
De acordo com os especialistas, a identificação de novas células comprometidas pela AMPK elevam os alvos potenciais para tratamentos de males como o câncer. Além disso, a ferramenta de seleção usada no estudo pode ser vantajoso na pesquisa de outros tipos de enzimas.

domingo, 12 de fevereiro de 2012



Jovem prodígio descobre cura para o câncer

Garota de 17 anos liderou projeto que conseguiu eliminar células cancerígenas em ratos, disse Daily MailREDAÇÃO
Angela Zhang pode ter descoberto a cura do câncerAngela Zhang pode ter descoberto a cura do câncer
A cura do câncer pode ter sido descoberta por Angela Zhang, uma estudante de apenas 17 anos. A informação foi publicada pelo site Daily Mail.
A jovem prodígio liderou um projeto utilizando nanopartículas para identificar as células cancerígenas, as quais podem ser enviadas ao centro dos tumores quando combinadas com uma droga à base de salinomicina. Depois de terem se “prendido” às células doentes, através de ressonâncias magnéticas, essas nanopartículas permitem que os médicos saibam exatamente onde estão ou poderão se formar os tumores.
A luz infravermelha derreteria as nanopartículas, liberando o medicamento que eliminará as células cancerígenas de dentro para fora. Quando testada em ratos, a tecnologia acabou quase que completamente com os tumores. Angela Zhang trabalha nesse projeto desde os 15 anos e passou mais de mil horas no laboratório para chegar a esse resultado.
Ainda vai levar alguns anos para que essa técnica seja testada em humanos, mas os primeiros resultados são promissores.
Angela Zhang tem uma bolsa de estudo de US$ 100 mil por ter ganhado o Siemens Competition Math, Science & Technologye. Já no ensino médio ela lia artigos de pós-doutorado em bioengenharia.
 
(Com informações do UOL)

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012


Cientistas identificam proteína capaz de eliminar
sintomas de Alzheimer


A pesquisa usou um remédio que já existe para tratar ratos com a doença.

Cientistas americanos anunciaram nesta quinta-feira (9) um avanço no combate ao Mal de Alzheimer. A pesquisa usou um remédio que já existe.

Encontrar a cura para uma doença degenerativa do cérebro, o Alzheimer. É a batalha diária de uma equipe de pesquisadores de Ohio, nos Estados Unidos. E eles deram um passo que está sendo comemorado pela comunidade científica. A descoberta envolve um medicamento usado para o tratamento do câncer de pele, o bexarotene.

O alvo é uma proteína produzida naturalmente no cérebro, a beta-amiloide. Nos pacientes com Alzheimer, essa proteína se acumula e se torna tóxica, formando placas.

Os pesquisadores descobriram que o bexarotene estimula a produção de uma outra proteína, a APO-E, que, no estudo, foi capaz de dissolver as placas que levam aos sintomas da doença.

Os cientistas usaram o medicamento para tratar ratos com Alzheimer. "No 14º dia, nós registramos uma queda significativa na presença da beta-amiloide no cérebro dos ratos, e depois desses 14 dias, a redução chegou a 75%", diz a doutora Paige Cramer, da Universidade Case Western Reserve.

Depois do tratamento, também foi observada uma melhora na memória e no olfato das cobaias, que são afetados pelo Alzheimer.

A próxima etapa da pesquisa é o teste em humanos, que deve começar logo. Apesar de estarem animados, os cientistas fazem questão de deixar claro que o bexarotene ainda não pode ser usado para tratar o mal de Alzheimer. Mas o caminho é realmente promissor.